TURMA 1112 DO ELITE SÃO GONÇALO (MANHÃ)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
FILOSOFIA - AULA DE PÂMELA. (O CONHECIMENTO HUMANO - MATÉRIA DA P8)!!!! Só um obs.: O carinha da foto é Platão ok! Só para constar!!! kkkk

RACIONALISMO - EMPIRISMO - INATISMO - DOGMATISMO - IDEALISMO - POSITIVISMO - MEDIEVALISMO - MATERIALISMO
domingo, 30 de outubro de 2011
LITERATURA: RESUMO DO LIVRO "A MORENINHA" PARA FACILITAR OS ESTUDOS!!!!!
O dia de Sant'Ana se aproxima e o estudante de medicina, Filipe, convida seus colegas: Leopoldo, Fabrício e Augusto para a comemoração na ilha, onde mora sua avó, D.Ana, de 60 anos. Os alegres estudantes aceitam o convite com entusiasmo, exceto Augusto. Filipe, para atraí-lo à ilha, faz referência ao baile de domingo, em que estarão presentes suas primas: a pálida, Joana, de 17 anos, Joaquina, loira de 16 e sua irmã, D.Carolina, uma moreninha de 15.
Augusto acaba concordando, mas adverte sobre sua inconstância no amor, dizendo jamais se ocupar de uma mesma moça durante 15 dias. Os rapazes apostam que o amigo ficará apaixonado durante 15 dias por uma única mulher. Se isso ocorrer, terá de escrever um romance, caso contrário, Filipe o escreverá, narrando a inconstância.
Antes da partida, Fabrício envia uma carta a Augusto, pedindo-lhe ajuda para se livrar da namorada, a prima feia e pálida de Filipe, Joana. Durante a estadia, Augusto deve persegui-la e, Fabrício, fingindo ciúmes, termina o romance. Ao se encontrarem na ilha, o colega nega o auxílio e, à hora do jantar, Fabrício torna pública a inconstância amorosa do amigo.
Mais tarde, Augusto conta a D.Ana que seu coração já tem dono; uma menina que, por acaso, encontrou aos 13 anos, numa praia. Nesse dia, auxiliam a família de um pobre moribundo que lhes dá um breve como sinal de eterno amor; o da menina contém o camafeu de Augusto e o dele o botão de esmeralda da garota. O rapaz não a esquece e, como não sabe seu nome, passa a tratá-la por minha mulher. Enquanto narra a história, pressente que alguém o está escutando. Avista à distância a irmã de Filipe, um sucesso entre os rapazes, em especial, Fabrício, apaixonado pelos gestos e peraltices da doce Moreninha.
Chegada a hora das despedidas, Augusto não consegue pensar em outra coisa senão em D.Carolina. Recorda-se da meiguice da menina, quando esta lavava os pés da escrava, que passou mal na ilha por ter bebido além da conta. Retorna no domingo, acertando novo encontro para o final da semana. A Moreninha corresponde a todos os galanteios, ansiando pela volta. Contudo o pai do rapaz, ao visitá-lo, resolve impedir o retorno à ilha; quer vê-lo estudando, trancado no quarto.
Augusto fica tão abatido que, durante a semana, não consegue deixar o leito, sendo necessária a presença de um médico. Na ilha, a Moreninha, inconformada, se desespera até saber que o rapaz está doente. No domingo, coloca-se no rochedo, esperando o barco, enquanto canta a balada da índia Ahy sobre o amor da nativa pelo índio Aiotin. Na canção, a bela índia tamoia de 15 anos narra que o amado, vindo à ilha para caçar, jamais nota sua presença, mesmo quando lhe recolhe as aves abatidas ou refresca a fronte do guerreiro, adormecido na gruta. Tudo isso retira a alegria de viver da menina que, cansada de ser ignorada, chora sobre o rochedo, formando uma fonte. O índio, dormindo na gruta, acaba bebendo as lágrimas da jovem e passa, primeiro a percebê-la no rochedo, depois a ouvir seu canto e, finalmente, quando bebe da fonte, por ela se apaixona. Um velho frade português traduz a canção de Ahy para a nossa língua, compondo a balada que a Moreninha canta.
De repente, Carolina localiza Augusto e o pai no barco que se aproxima da ilha. D.Ana convida-os para o almoço e a Moreninha, pedida em casamento, dá um prazo de meia hora para dar a resposta, indo para a gruta do jardim, onde há a fonte de Ahy. O rapaz pergunta se deseja consultar a fonte, mas D.Ana, certa da resposta, pergunta-lhe se não deseja, também, refletir no jardim e ele parte imediatamente.
Encontra a menina que, cruelmente, lhe recorda a promessa feita, na infância, junto ao leito do moribundo. Censura-o por faltar ao amor daquela a quem chama de sua mulher. Angustiado, o rapaz a contesta, afirmando se tratar de um juramento feito na infância e de desconhecer o paradeiro da menina. A Moreninha diz que incentivou seu amor por vaidade de moça e por saber de sua inconstância. Lutou para conquistá-lo e deseja saber, agora, quem ganhou, o homem ou a mulher. Augusto responde que a beleza. Carolina conta ter ouvido a história narrada a D.Ana e insiste no cumprimento da promessa.O rapaz desesperado, prefere fugir da ilha, abandonar a cidade e o país. Mesmo que encontrasse a menina, lhe pediria perdão por ter se apaixonado por outra. Repentinamente, arranca de debaixo da camisa o breve com a esmeralda para espanto da Moreninha.
O casal chora pateticamente, Carolina pede a Augusto para procurar 'sua mulher' e lhe explicar o ocorrido e, só, então, retornar. Ele concorda, mas não sabe onde ela está. A Moreninha diz que, certa vez, também, ajudou a um moribundo e sua família, recebendo pelos préstimos um breve, contendo uma pedra que daria o que se deseja a quem o possuísse. Passa o breve ao rapaz, para ajudá-lo na busca, pedindo que o descosa e retire a relíquia. Rapidamente, ele o desfaz e dando com seu camafeu, atira-se aos pés da amada. D.Ana e o pai de Augusto entram na gruta, encontrando-o de joelhos, beijando os pés de Carolina, perguntam o que está ocorrendo.A menina responde que são velhos conhecidos, enquanto o moço repete que encontrou sua mulher.
Filipe, Fabrício e Leopoldo retornam à ilha para as preparações do casamento e, recordando que um mês havia se passado, lembram a Augusto do romance e ele lhes responde já tê-lo escrito e que se intitula A Moreninha.
Augusto acaba concordando, mas adverte sobre sua inconstância no amor, dizendo jamais se ocupar de uma mesma moça durante 15 dias. Os rapazes apostam que o amigo ficará apaixonado durante 15 dias por uma única mulher. Se isso ocorrer, terá de escrever um romance, caso contrário, Filipe o escreverá, narrando a inconstância.
Antes da partida, Fabrício envia uma carta a Augusto, pedindo-lhe ajuda para se livrar da namorada, a prima feia e pálida de Filipe, Joana. Durante a estadia, Augusto deve persegui-la e, Fabrício, fingindo ciúmes, termina o romance. Ao se encontrarem na ilha, o colega nega o auxílio e, à hora do jantar, Fabrício torna pública a inconstância amorosa do amigo.
Mais tarde, Augusto conta a D.Ana que seu coração já tem dono; uma menina que, por acaso, encontrou aos 13 anos, numa praia. Nesse dia, auxiliam a família de um pobre moribundo que lhes dá um breve como sinal de eterno amor; o da menina contém o camafeu de Augusto e o dele o botão de esmeralda da garota. O rapaz não a esquece e, como não sabe seu nome, passa a tratá-la por minha mulher. Enquanto narra a história, pressente que alguém o está escutando. Avista à distância a irmã de Filipe, um sucesso entre os rapazes, em especial, Fabrício, apaixonado pelos gestos e peraltices da doce Moreninha.
Chegada a hora das despedidas, Augusto não consegue pensar em outra coisa senão em D.Carolina. Recorda-se da meiguice da menina, quando esta lavava os pés da escrava, que passou mal na ilha por ter bebido além da conta. Retorna no domingo, acertando novo encontro para o final da semana. A Moreninha corresponde a todos os galanteios, ansiando pela volta. Contudo o pai do rapaz, ao visitá-lo, resolve impedir o retorno à ilha; quer vê-lo estudando, trancado no quarto.
Augusto fica tão abatido que, durante a semana, não consegue deixar o leito, sendo necessária a presença de um médico. Na ilha, a Moreninha, inconformada, se desespera até saber que o rapaz está doente. No domingo, coloca-se no rochedo, esperando o barco, enquanto canta a balada da índia Ahy sobre o amor da nativa pelo índio Aiotin. Na canção, a bela índia tamoia de 15 anos narra que o amado, vindo à ilha para caçar, jamais nota sua presença, mesmo quando lhe recolhe as aves abatidas ou refresca a fronte do guerreiro, adormecido na gruta. Tudo isso retira a alegria de viver da menina que, cansada de ser ignorada, chora sobre o rochedo, formando uma fonte. O índio, dormindo na gruta, acaba bebendo as lágrimas da jovem e passa, primeiro a percebê-la no rochedo, depois a ouvir seu canto e, finalmente, quando bebe da fonte, por ela se apaixona. Um velho frade português traduz a canção de Ahy para a nossa língua, compondo a balada que a Moreninha canta.
De repente, Carolina localiza Augusto e o pai no barco que se aproxima da ilha. D.Ana convida-os para o almoço e a Moreninha, pedida em casamento, dá um prazo de meia hora para dar a resposta, indo para a gruta do jardim, onde há a fonte de Ahy. O rapaz pergunta se deseja consultar a fonte, mas D.Ana, certa da resposta, pergunta-lhe se não deseja, também, refletir no jardim e ele parte imediatamente.
Encontra a menina que, cruelmente, lhe recorda a promessa feita, na infância, junto ao leito do moribundo. Censura-o por faltar ao amor daquela a quem chama de sua mulher. Angustiado, o rapaz a contesta, afirmando se tratar de um juramento feito na infância e de desconhecer o paradeiro da menina. A Moreninha diz que incentivou seu amor por vaidade de moça e por saber de sua inconstância. Lutou para conquistá-lo e deseja saber, agora, quem ganhou, o homem ou a mulher. Augusto responde que a beleza. Carolina conta ter ouvido a história narrada a D.Ana e insiste no cumprimento da promessa.O rapaz desesperado, prefere fugir da ilha, abandonar a cidade e o país. Mesmo que encontrasse a menina, lhe pediria perdão por ter se apaixonado por outra. Repentinamente, arranca de debaixo da camisa o breve com a esmeralda para espanto da Moreninha.
O casal chora pateticamente, Carolina pede a Augusto para procurar 'sua mulher' e lhe explicar o ocorrido e, só, então, retornar. Ele concorda, mas não sabe onde ela está. A Moreninha diz que, certa vez, também, ajudou a um moribundo e sua família, recebendo pelos préstimos um breve, contendo uma pedra que daria o que se deseja a quem o possuísse. Passa o breve ao rapaz, para ajudá-lo na busca, pedindo que o descosa e retire a relíquia. Rapidamente, ele o desfaz e dando com seu camafeu, atira-se aos pés da amada. D.Ana e o pai de Augusto entram na gruta, encontrando-o de joelhos, beijando os pés de Carolina, perguntam o que está ocorrendo.A menina responde que são velhos conhecidos, enquanto o moço repete que encontrou sua mulher.
Filipe, Fabrício e Leopoldo retornam à ilha para as preparações do casamento e, recordando que um mês havia se passado, lembram a Augusto do romance e ele lhes responde já tê-lo escrito e que se intitula A Moreninha.
sábado, 29 de outubro de 2011
FILOSOFIA: AS RESPOSTAS DAS QUESTÕES 1, 3, 4, 7 E 8 ESTÃO AQUI. A Nº 1 TEM A RESPOSTA DIRETA AQUI, MAS AS OUTRAS, É SÓ VOCÊ LER AS PARTES DESTACADAS DOS TEXTOS, E INTERPRETÁ-LAS!!! COM RESPEITO À QUESTÃO 8, VOCÊ TEM QUE EXPLICAR UM POUCO DO MÉTODO DE BACON E UM POUCO DE DESCARTES, POR ISSO OS DOIS TEXTOS!!!! BOA SORTE A TODOS!!! QUALQUER DÚVIDA, FALA AQUI!!! TMJ TURMA!!! ;)
Questão 1 – letra A: Para Platão, o mundo das ideias é o mundo do "eternamente verdadeiro", "eternamente belo" e "eternamente bom" e é distinto do mundo sensível no qual vivemos.
O SUJEITO E O OBJETO DO CONHECIMENTO. – Questões 3 e 7
Os seres vivos têm potencialidades que se desenvolvem segundo suas necessidades de sobrevivência. Assim, a planta colocada no canto da sala, em lugar de crescer em linha reta, para cima, cresce em ângulo inclinado, à procura da luz vinda da janela. Ela se adapta à condição do meio. as minhocas não têm olhos, mas são dotadas de tato e olfato muito apurados, necessários no ambiente onde vivem. as aves em geral não precisam de tato e olfato no ambiente aéreo; possuem, em compensação, uma visão muito aguda, com um mecanismo de filtragem das cores que lhes permite distinguir a uma longa distância um inseto na relva verde. o cego, por exemplo, tem o tato e a audição muito mais desenvolvidos que qualquer homem de visão normal. Em todos esses exemplos, precebe-se uma adaptação de organismos vivos às condições do meio em que vivem. Além das características comuns aos seres vivos, o homem tem a capacidade especial de pensar, o que lhe possibilita não apenas conviver com a realidade, mas também conhecê-la. conhecer a realidade significa compreendê-la e explicá-la. O conhecimento humano tem dois elementos básicos: um sujeito e um objeto. O sujeito é o homem, o ser racional que quer conhecer (sujeito cognoscente). O objeto é a realidade (as coisas, os fatos, os fenômenos, os processos) com que coexistimos. o homem só se torna sujeito do conhecimento quando está diante do objeto a ser conhecido. A realidade só se torna objeto do conhecimento perante um sujeito que queira conhecê-la. O próprio homem pode ser objeto do conhecimento
MODALIDADES DA ATIVIDADE RACIONAL – Questão 4
Realismo: é a posição filosófica que afirma a existência objetiva ou em si da realidade externa como uma realidade racional em si e por si mesma e, portanto, que afirma a existência da razão objetiva. O realismo é alguém que acredita que a busca do conhecimento consiste essencialmente em descobertas. Isso significa acreditar que há fatos sobre o mundo exterior que se dão independentemente de que os descubramos ou não.
EMPIRISMO: Doutrina ou teoria do conhecimento segundo a qual todo conhecimento humano deriva, direta ou indiretamente, da experiência sensível externa ou interna. O empirismo, sobretudo de Locke e de Hume, demonstra que não há outra fonte do conhecimento senão a experiência e a sensação.
Inatismo: concepção segundo a qual certas idéias, princípios ou estruturas do pensamento são inatas em virtude de pertencerem à natureza humana – isto é, à mente ou ao espírito – sendo, portanto, nesse sentido, universais.
Idealismo: Não podemos saber nem dizer se a realidade exterior é racional em si, pois só podemos saber e dizer que ela é racional para nós, isto é, por meio de nossas idéias. Esta posição é conhecida como idealismo. Na linguagem cotidiana, o termo idealismo se emprega para designar o apreço por valores e ideais. Filosoficamente, no entanto, refere-se ao conjunto de doutrinas que, por caminhos diversos, afirmam a precedência da consciência sobre o ser, ou da realidade ideal sobre a realidade material. Em sentido amplo, o idealismo constitui uma das duas correntes filosóficas básicas . Contrapõe-se ao materialismo, para o qual toda realidade tem sempre caráter material ou corporal. Seu traço característico é tomar como ponto de partida para a reflexão filosófica o “eu”, encarado sob o aspecto de alma, espírito ou mente.
A FILOSOFIA DE BACON – Questão 8
O pensamento filosófico de Bacon representa a tentativa de realizar aquilo que ele mesmo chamou de Instauratio magna (Grande restauração). A realização desse plano compreendia uma série de tratados que, partindo do estado em que se encontrava a ciência da época, acabaria por apresentar um novo método que deveria superar e substituir o de Aristóteles. Esses tratados deveriam apresentar um modo específico de investigação dos fatos, passando, a seguir, para a investigação das leis e retornavam para o mundo dos fatos para nele promover as ações que se revelassem possíveis. Bacon desejava uma reforma completa do conhecimento. A tarefa era, obviamente, gigantesca e o filósofo produziu apenas certo número de tratados. Não obstante, a primeira parte da Instauratio foi concluída. A reforma do conhecimento é justificada em uma crítica à filosofia anterior (especialmente a Escolástica), considerada estéril por não apresentar nenhum resultado prático para a vida do homem. O conhecimento científico, para Bacon, tem por finalidade servir o homem e dar-lhe poder sobre a natureza. A ciência antiga, de origem aristotélica, também é criticada. Demócrito, contudo, era tido em alta conta por Bacon, que o considerava mais importante que Platão e Aristóteles. A ciência deve restabelecer o imperium hominis (império do homem) sobre as coisas. A filosofia verdadeira não é apenas a ciência das coisas divinas e humanas. É também algo prático. Saber é poder. A mentalidade científica somente será alcançada através do expurgo de uma série de preconceitos por Bacon chamados ídolos. O conhecimento, o saber, é apenas um meio vigoroso e seguro de conquistar poder sobre a natureza.
A FILOSOFIA DE DESCARTES – Questão 8
O filósofo francês René Descartes é considerado por muitos o autor inaugural da modernidade, uma vez que a filosofia anterior estava preocupada com questões acerca da natureza do mundo. O sujeito não tinha lugar central na filosofia; o homem usava o intelecto para conhecer as coisas, e não ele mesmo. Com Descartes houve uma mudança de foco: ele jogou a luz no sujeito; não busca mais entender o mundo exterior e, sim, se volta para seu interior, pois acredita que nele que está fundada a condição de conhecer o mundo. A modernidade pode, assim, ser entendida como uma série de sistemas que partem do sujeito para conhecer o mundo. Para Descartes, a forma de alcançar o verdadeiro conhecimento é através da razão; se esta não for capaz de alcançá-lo, isso acontece porque é falha. Em vez de seguir os conhecimentos recebidos, basta seguir o bom senso, já que o homem é racional. Nisso vê-se que o racionalismo está apresentado como uma espécie de naturalismo. Descartes considerava a razão como algo natural; além de ser comum a todos os homens, ela é una. Segundo o filósofo, as ciências exatas são o lugar onde a razão está mais bem expressa; por esse motivo, ele pegou emprestado o método matemático para aplicá-lo em seu sistema filosófico. Ele acreditava que o rigor da disciplina poderia conduzir o pensamento de forma mais exata. Assim, Descartes passou a colocar em dúvida tudo que existe e não seja claro e distinto – dos objetos simples aos mais compostos, dos objetos mais imediatos até os mais universais. Descartes entendia que a verdade seria encontrada se o sujeito se voltar para dentro de si e afastado de tudo, ou seja, sem nenhuma ideia preconcebida por mestres e sem levar em conta os costumes. Vê-se bem o que caracteriza o racionalismo: a absoluta falta de contato com o mundo externo; nada de fora influencia a razão.
O SUJEITO E O OBJETO DO CONHECIMENTO. – Questões 3 e 7
Os seres vivos têm potencialidades que se desenvolvem segundo suas necessidades de sobrevivência. Assim, a planta colocada no canto da sala, em lugar de crescer em linha reta, para cima, cresce em ângulo inclinado, à procura da luz vinda da janela. Ela se adapta à condição do meio. as minhocas não têm olhos, mas são dotadas de tato e olfato muito apurados, necessários no ambiente onde vivem. as aves em geral não precisam de tato e olfato no ambiente aéreo; possuem, em compensação, uma visão muito aguda, com um mecanismo de filtragem das cores que lhes permite distinguir a uma longa distância um inseto na relva verde. o cego, por exemplo, tem o tato e a audição muito mais desenvolvidos que qualquer homem de visão normal. Em todos esses exemplos, precebe-se uma adaptação de organismos vivos às condições do meio em que vivem. Além das características comuns aos seres vivos, o homem tem a capacidade especial de pensar, o que lhe possibilita não apenas conviver com a realidade, mas também conhecê-la. conhecer a realidade significa compreendê-la e explicá-la. O conhecimento humano tem dois elementos básicos: um sujeito e um objeto. O sujeito é o homem, o ser racional que quer conhecer (sujeito cognoscente). O objeto é a realidade (as coisas, os fatos, os fenômenos, os processos) com que coexistimos. o homem só se torna sujeito do conhecimento quando está diante do objeto a ser conhecido. A realidade só se torna objeto do conhecimento perante um sujeito que queira conhecê-la. O próprio homem pode ser objeto do conhecimento
MODALIDADES DA ATIVIDADE RACIONAL – Questão 4
Realismo: é a posição filosófica que afirma a existência objetiva ou em si da realidade externa como uma realidade racional em si e por si mesma e, portanto, que afirma a existência da razão objetiva. O realismo é alguém que acredita que a busca do conhecimento consiste essencialmente em descobertas. Isso significa acreditar que há fatos sobre o mundo exterior que se dão independentemente de que os descubramos ou não.
EMPIRISMO: Doutrina ou teoria do conhecimento segundo a qual todo conhecimento humano deriva, direta ou indiretamente, da experiência sensível externa ou interna. O empirismo, sobretudo de Locke e de Hume, demonstra que não há outra fonte do conhecimento senão a experiência e a sensação.
Inatismo: concepção segundo a qual certas idéias, princípios ou estruturas do pensamento são inatas em virtude de pertencerem à natureza humana – isto é, à mente ou ao espírito – sendo, portanto, nesse sentido, universais.
Idealismo: Não podemos saber nem dizer se a realidade exterior é racional em si, pois só podemos saber e dizer que ela é racional para nós, isto é, por meio de nossas idéias. Esta posição é conhecida como idealismo. Na linguagem cotidiana, o termo idealismo se emprega para designar o apreço por valores e ideais. Filosoficamente, no entanto, refere-se ao conjunto de doutrinas que, por caminhos diversos, afirmam a precedência da consciência sobre o ser, ou da realidade ideal sobre a realidade material. Em sentido amplo, o idealismo constitui uma das duas correntes filosóficas básicas . Contrapõe-se ao materialismo, para o qual toda realidade tem sempre caráter material ou corporal. Seu traço característico é tomar como ponto de partida para a reflexão filosófica o “eu”, encarado sob o aspecto de alma, espírito ou mente.
A FILOSOFIA DE BACON – Questão 8
O pensamento filosófico de Bacon representa a tentativa de realizar aquilo que ele mesmo chamou de Instauratio magna (Grande restauração). A realização desse plano compreendia uma série de tratados que, partindo do estado em que se encontrava a ciência da época, acabaria por apresentar um novo método que deveria superar e substituir o de Aristóteles. Esses tratados deveriam apresentar um modo específico de investigação dos fatos, passando, a seguir, para a investigação das leis e retornavam para o mundo dos fatos para nele promover as ações que se revelassem possíveis. Bacon desejava uma reforma completa do conhecimento. A tarefa era, obviamente, gigantesca e o filósofo produziu apenas certo número de tratados. Não obstante, a primeira parte da Instauratio foi concluída. A reforma do conhecimento é justificada em uma crítica à filosofia anterior (especialmente a Escolástica), considerada estéril por não apresentar nenhum resultado prático para a vida do homem. O conhecimento científico, para Bacon, tem por finalidade servir o homem e dar-lhe poder sobre a natureza. A ciência antiga, de origem aristotélica, também é criticada. Demócrito, contudo, era tido em alta conta por Bacon, que o considerava mais importante que Platão e Aristóteles. A ciência deve restabelecer o imperium hominis (império do homem) sobre as coisas. A filosofia verdadeira não é apenas a ciência das coisas divinas e humanas. É também algo prático. Saber é poder. A mentalidade científica somente será alcançada através do expurgo de uma série de preconceitos por Bacon chamados ídolos. O conhecimento, o saber, é apenas um meio vigoroso e seguro de conquistar poder sobre a natureza.
A FILOSOFIA DE DESCARTES – Questão 8
O filósofo francês René Descartes é considerado por muitos o autor inaugural da modernidade, uma vez que a filosofia anterior estava preocupada com questões acerca da natureza do mundo. O sujeito não tinha lugar central na filosofia; o homem usava o intelecto para conhecer as coisas, e não ele mesmo. Com Descartes houve uma mudança de foco: ele jogou a luz no sujeito; não busca mais entender o mundo exterior e, sim, se volta para seu interior, pois acredita que nele que está fundada a condição de conhecer o mundo. A modernidade pode, assim, ser entendida como uma série de sistemas que partem do sujeito para conhecer o mundo. Para Descartes, a forma de alcançar o verdadeiro conhecimento é através da razão; se esta não for capaz de alcançá-lo, isso acontece porque é falha. Em vez de seguir os conhecimentos recebidos, basta seguir o bom senso, já que o homem é racional. Nisso vê-se que o racionalismo está apresentado como uma espécie de naturalismo. Descartes considerava a razão como algo natural; além de ser comum a todos os homens, ela é una. Segundo o filósofo, as ciências exatas são o lugar onde a razão está mais bem expressa; por esse motivo, ele pegou emprestado o método matemático para aplicá-lo em seu sistema filosófico. Ele acreditava que o rigor da disciplina poderia conduzir o pensamento de forma mais exata. Assim, Descartes passou a colocar em dúvida tudo que existe e não seja claro e distinto – dos objetos simples aos mais compostos, dos objetos mais imediatos até os mais universais. Descartes entendia que a verdade seria encontrada se o sujeito se voltar para dentro de si e afastado de tudo, ou seja, sem nenhuma ideia preconcebida por mestres e sem levar em conta os costumes. Vê-se bem o que caracteriza o racionalismo: a absoluta falta de contato com o mundo externo; nada de fora influencia a razão.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
REVISÃO DE BIOLOGIA 1 (BETINA) PARA A P7!!!!! BONS ESTUDOS!!!!
EXERCÍCIOS DE REVISÃO PARA P7 – 1º ANO
1.
Diferencie cromossomo e cromatina.
A cromatina é uma molécula de DNA descondensada (muito emaranhada),
enquanto o cromossomos é uma molécula de DNA condensada (muito espiralada).
2.
Considere as seguintes células:
* epitélio de mulher (46
cromossomos)
* célula óptica de Drosophila (8
cromossomos)
* óvulo de tatu (32 cromossomos)
* célula germinativa de milho (20
cromossomos)
* espermatozóide de cavalo (32
cromossomos)
Indique,
dentre as células, 2 haplóides e 2 diplóies.
Células diplóides possuem pares de cromossomos homólogos
(idênticos), como o epitélio feminino, a célula ótica de Drosophila e a célula
germinativa do milho. Células haplóides possuem apenas 1 cromossomo do par de
homólogos, como o óvulo do tatu e o espermatozóide do cavalo.
3. A
meiose I é uma divisão do tipo reducional, enquanto a meiose II é do tipo
equacional. Explique a afirmação.
A meiose I é chamada de reducional porque o número de cromossomos é
reduzido à metade (2n à n). A meiose II é chamada equacional porque
mantém o número de cromossomos e aumenta, apenas, o número de células.
4. Que
fato importante ocorre na fase S da Intérfase?
A interfase é composta de 3 fases: G1, S e G2. Na fase G1 ocorre
intensa síntese de proteínas e a célula se organiza para a divisão (duplicação
das organelas); na fase S, ocorre a
duplicação dos cromossomos; e, na fase G2, as organelas estão organizadas e
a célula está pronta para se dividir.
5. Em
que fase da mitose ocorre a separação dos cromossomos? Que estrutura da célula
é responsável por esse processo?
Na Anáfase. As fibras do fuso, produzidas nos centríolos, são as
responsáveis por essa separação.
6.
Quais são os produtos finais da mitose e da meiose?
A mitose origina células diplóides (células somáticas) e a meiose
origina células haplóides (gametas).
7. Na
meiose ocorre troca de parte de cromátides entre cromossomos vizinhos. Que nome
damos a esse processo e em que fase ocorre?
Crossing over ou Permutação. Ocorre na Prófase I (paquíteno) e
aumenta a variabilidade genética.
8.
Nessa fase, as fibras do fuso já estão formadas e os cromossomos prendem-se a
elas, formando a placa equatorial. Que fase é essa?
Metáfase.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
REVISÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA A P6!!!!!
Revisão P6 1º ano – Prof. Renata Weber
1) Marque V para verdadeiro e F para falso
a) (V) Em “eu enchi a minha boca de água.” O artigo destacado está empregado corretamente.
b) (F) Em “O Rio de janeiro é uma cidade maravilhosa.” O artigo em destaque está empregado de forma equivocada.
c) (F) No ditado “cavalo dado não se olha os dentes.” Poderia ser empregado o artigo da seguinte forma.“O cavalo dado não se olha os dentes.”
d) (V) Em “Cheguei em casa de manhã, pois estava na casa do meu irmão.” Na primeira oração não há artigo antes da palavra casa, por se tratar da moradia da própria pessoa, já na segunda oração há a presença de artigo, por ser moradia de outra pessoa, dessa forma, havendo uma especificação.
e) (V) Em “Ele é o professor.” O artigo em destaque indica valor superlativo.
f) (V) Em “Pedro adora o pai.” O artigo destacado tem valor possessivo.
g) (F) Em “Ela era a última da fila.” O numeral destacado é ordinal.
h) (V) Em “O Papa João Paulo II esteve no Brasil no dia 2 de abril, e 50% da população saíram de suas casas para assistir sua pregação. Os numerais destacados são classificados como ordinal, cardinal e cardinal.
i) (V) Em “Ele estava de quarentena.”A palavra em destaque é um numeral coletivo.
2) Escreva o que se pede:
a- Três substantivos biformes: pai, menino, homem, mulher.
b- Três substantivos uniformes comum de dois gêneros e sobrecomuns: colega, visitante, vítima, dentista.
c- Três adjetivos biformes: bonito, lindo, feio, chato.
d- Três adjetivos uniformes: inteligente, implicante, saudável, simples.
a) (V) Em “eu enchi a minha boca de água.” O artigo destacado está empregado corretamente.
b) (F) Em “O Rio de janeiro é uma cidade maravilhosa.” O artigo em destaque está empregado de forma equivocada.
c) (F) No ditado “cavalo dado não se olha os dentes.” Poderia ser empregado o artigo da seguinte forma.“O cavalo dado não se olha os dentes.”
d) (V) Em “Cheguei em casa de manhã, pois estava na casa do meu irmão.” Na primeira oração não há artigo antes da palavra casa, por se tratar da moradia da própria pessoa, já na segunda oração há a presença de artigo, por ser moradia de outra pessoa, dessa forma, havendo uma especificação.
e) (V) Em “Ele é o professor.” O artigo em destaque indica valor superlativo.
f) (V) Em “Pedro adora o pai.” O artigo destacado tem valor possessivo.
g) (F) Em “Ela era a última da fila.” O numeral destacado é ordinal.
h) (V) Em “O Papa João Paulo II esteve no Brasil no dia 2 de abril, e 50% da população saíram de suas casas para assistir sua pregação. Os numerais destacados são classificados como ordinal, cardinal e cardinal.
i) (V) Em “Ele estava de quarentena.”A palavra em destaque é um numeral coletivo.
2) Escreva o que se pede:
a- Três substantivos biformes: pai, menino, homem, mulher.
b- Três substantivos uniformes comum de dois gêneros e sobrecomuns: colega, visitante, vítima, dentista.
c- Três adjetivos biformes: bonito, lindo, feio, chato.
d- Três adjetivos uniformes: inteligente, implicante, saudável, simples.
3) Assinale a alternativa incorreta em relação à flexão dos substantivos:
a- Comunicaçãozinhas (É A OPÇÃO CORRETA) pois o certo é: comunicaçõezinhas.
b- Casas-grandes
c- Bananas-maçã
d- Pães de ló
e- Pingue-pongues
a- Comunicaçãozinhas (É A OPÇÃO CORRETA) pois o certo é: comunicaçõezinhas.
b- Casas-grandes
c- Bananas-maçã
d- Pães de ló
e- Pingue-pongues
MATÉRIA DA P6 DE LÍNGUA PORTUGUESA.
Interpretação de texto
Artigo
Substantivo
Adjetivo
Numeral
Acentuação
Artigo
Substantivo
Adjetivo
Numeral
Acentuação
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
ESTAMOS NA SEMANA DE ANIVERSÁRIO DE NOSSA CIDADE, A QUERIDA SÃO GONÇALO!!!!! SAIBA CURIOSIDADES, A HISTÓRIA E MUITO MAIS BAIXANDO UMA BREVE E INTERESSANTE APRESENTAÇÃO DE SLIDES NO LINK ABAIXO!!!!
http://www.4shared.com/file/HvvzDnKl/SO_GONALO-RJ.html?

SÃO GONÇALO - 121 ANOS. Minha História. Minha Vida!

SÃO GONÇALO - 121 ANOS. Minha História. Minha Vida!
sábado, 17 de setembro de 2011
ATENÇÃO AO LIVRO PARADIDÁTICO DE LITERATURA DO 3º BIMESTRE. (CONTOS BRASILEIROS 2)!!!!! BONS ESTUDOS !!!! P6 AÍ JÁ !!!!
BAIXE O LIVRO NO LINK ABAIXO:
CONTOS QUE IRÃO CAIR NA PROVA:
- Conto de escola (Machado de Assis)
- Macacos (Clarice Lispector)
- Festa (Wander Piroli)
E mais um que Renata ainda vai informar.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
HISTÓRIA: ATENÇÃO!!! CONTEÚDO DE HISTÓRIA DO BRASIL, EXERCÍCIOS DA MESMA E DE GERAL!!!! BONS ESTUDOS!!!
CONTEÚDO DE HISTÓRIA DO BRASIL.
TURMAS 1112 e 1113
PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL (1808/1822)
01) Vinda da Família Real (1808):
- Era Napoleônica (1799/1815): golpe de 18 Brumário, com apoio da burguesia.
- Batalha de Trafalgar (1805): tentativa de Napoleão de invasão à Inglaterra. França não alcança o objetivo. Mas impõe o bloqueio continental.
- A Convenção Secreta (1807): a Inglaterra escoltaria a Família Real ao Brasil em troca de: abrir os portos do Brasil; dar à Inglaterra a Ilha da Madeira; durante a permanência da Família Real no Brasil, a costa brasileira seria controlada pela Inglaterra. Napoleão descobre e tenta chegar à Portugal antes da partida.
- O Tratado de Fontainebleau (1807): França + Espanha: a Espanha libera a passagem do exército francês pelo seu território para invadir Portugal. Em troca, Napoleão se compromete a tirar Dom João VI (Portugal) do trono, e quem assumiria, seria Carlota Joaquina, casada com Dom João VI e filha de Carlos VI (Espanha).
- Invasão francesa à Portugal: tropas do general Junot não conseguem impedir a fuga da Família Real.
02) Medidas Joaninas
- Abertura dos portos às nações amigas (1808): representou o fim do pacto colonial. Foram estabelecidas taxas alfandegárias de 24% para todos, sem exceção, mas para os portugueses eram cobrados 16% e também produtos como vinho, azeite e aguardente eram taxados de 48% para evitar a concorrência com os portugueses.
- Os Tratados de 1810 (Inglaterra + Família Real): comércio e navegação: taxa de 24% para outros países, taxas de 10% para produtos portugueses e 15% para mercadorias inglesas.
- Aliança e Amizade: a França se comprometia a abolir a escravidão em 15 anos e não instalar no Brasil a inquisição, além disso, estabeleceu que os ingleses tinham que ser julgados por leis inglesas (ideia de extraterritoriedade).
- Inversão metropolitana: sensação de que o Brasil se tornou metrópole, visto que, ministérios foram criados aqui, e também, a criação do Banco do Brasil que era o centro de finanças.
- Transformações Culturais: escola de belas artes, museu, teatro, faculdade de medicina, imprensa régia, biblioteca. Introduzindo a noção de cultura europeia no Brasil.
03) Política Externa
- Invasão a Guiana Francesa
- Anexação da Província Cisplatina
04) Elevação do Brasil à condição de Reino Unido de Portugal e Algarves (1815)
05) Insurreição (Revolução) Pernambucana (1817): movimento separatista.
- Crise econômica nordestina: 1816 – O Nordeste sofre com a seca, crise açucareira, crise algodoeira, devido a concorrência com os EUA.
- Elevação dos impostos: necessidade de dinheiro para construções políticas e culturais no Brasil
- Perda de poder político: causado pela transferência de capital e da corte
- influência dos ideaiis iluministas
- Independência dos EUA e Revolução Francesa.
- Areópago de Itambé ou Sociedade Suassuna: loja maçônica, grande participação dos Cavalcanti.
- Conspiração dos Suassunas: engenho da família Cavalcanti, defende a independência e tornaria parte do NE patronato de Napoleão. Será contida e o Areópago fechado.
- Seminário de Olinda: Pare Miguelinho (líder). Onde os intelectuais religiosos adotaram algumas ideias maçônicas. Aderindo ao levante, porque ficaram sensíveis a miséria do Nordeste, isso fez com que populações aderissem também.
- Declaração ao Movimento: O governo de Pernambuco manda prender soldados, o que foi o estopim. Fazendo com que Caetano Montenegro fugisse para o Rio de Janeiro.
- A radicalização dos revoltosos: Golpe em Pernambuco. Implantado um governo provisório sob uma lei orgânica que previa a liberdade de expressão, perdão às dívidas, elevação dos soldos.
- A expansão das ideias: Para Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia. Quando D. João descobre os líderes do levante, solicitam ajuda aos EUA, Argentina e Inglaterra.
- Fim do levante: Prisão e condenação dos líderes.
- Elevação dos impostos: necessidade de dinheiro para construções políticas e culturais no Brasil
- Perda de poder político: causado pela transferência de capital e da corte
- influência dos ideaiis iluministas
- Independência dos EUA e Revolução Francesa.
- Areópago de Itambé ou Sociedade Suassuna: loja maçônica, grande participação dos Cavalcanti.
- Conspiração dos Suassunas: engenho da família Cavalcanti, defende a independência e tornaria parte do NE patronato de Napoleão. Será contida e o Areópago fechado.
- Seminário de Olinda: Pare Miguelinho (líder). Onde os intelectuais religiosos adotaram algumas ideias maçônicas. Aderindo ao levante, porque ficaram sensíveis a miséria do Nordeste, isso fez com que populações aderissem também.
- Declaração ao Movimento: O governo de Pernambuco manda prender soldados, o que foi o estopim. Fazendo com que Caetano Montenegro fugisse para o Rio de Janeiro.
- A radicalização dos revoltosos: Golpe em Pernambuco. Implantado um governo provisório sob uma lei orgânica que previa a liberdade de expressão, perdão às dívidas, elevação dos soldos.
- A expansão das ideias: Para Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia. Quando D. João descobre os líderes do levante, solicitam ajuda aos EUA, Argentina e Inglaterra.
- Fim do levante: Prisão e condenação dos líderes.
06) REVOLUÇÃO LIBERAL DO PORTO (1820): Tentativa de acabar com o absolutismo e com o mercantilismo, mas exigiam a recolonização.
Causas:
- Insatisfação das cortes lulas: os portugueses ficaram insatisfeitos com as medidas joaninas no Brasil (Abertura dos portos: tratados de 1810; Alvará de 1808; elevação do Brasil à condição de Reino); que representaram para eles o “fim” do pacto colonial, prejudicando o seu comércio no Brasil.
OBS: Corte = burguesia + militares
• Aproveitando-se da ausência de Beres Ford, eles criam o:
- Sinédrio (1818): sociedade maçônica adepta de ideais iluministas e liberais. O início do movimento começa com a criação dessa sociedade.
- Sinédrio (1818): sociedade maçônica adepta de ideais iluministas e liberais. O início do movimento começa com a criação dessa sociedade.
• Exigências:
- Retorno imediato da Família Real: monarquia constitucional;
- Constituição: assembleia constituinte.
- Retorno imediato da Família Real: monarquia constitucional;
- Constituição: assembleia constituinte.
OBS: O Brasil era Reino Unido de Portugal, portanto, tudo que acontecia em Portugal era refletido aqui. Com isso:
- Inicial apoio dos brasileiros, pois queriam um Brasil liberal.
- Fragmentação partidária: por causa da diferença de pensamento quanto à ideia de liberalismo.
- Inicial apoio dos brasileiros, pois queriam um Brasil liberal.
- Fragmentação partidária: por causa da diferença de pensamento quanto à ideia de liberalismo.
* Partido Português: composto majoritariamente por portugueses (comerciantes); defendiam a imagem de Portugal. Tinha o apoio de Altos Funcionários Públicos até quando esse partido não defendia a recolonização, pois com isso eles perderam os seus cargos, quando isso acontece, eles passam a apoiar o Partido Brasileiro.
* Partido Brasileiro: composto por membros da elite política do Brasil (latifundiários do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo). Defendiam a existência da Monarquia Dual (manter a constituição de Reino Unido), basicamente eles queriam participar da assembleia constituinte em Portugal.
- Com a radicalização das cortes portuguesas, passam a defender a independência.
- Com a radicalização das cortes portuguesas, passam a defender a independência.
* Partido Liberal Radical: composto por latifundiários do Nordeste (não eram a favor da democratização), pecuaristas do Sul e a classe média urbana, todos eles não tinham participação política efetiva. Queriam uma República Federalista, ou seja, diminuição do poder central e sem democratização, por enquanto.
- O retorno da Família Real e a permanência de Pedro de Alcântara: leva consigo membros do Partido Brasileiro para que eles tentassem manter a condição de Reino Unido.
- Radicalização das cortes: percebem algo de errado com as intenções de D. João III, passam a defender então a:
a) Recolonização;
b) Retorno de Pedro de Alcântara;
c) O fechamento de tribunas;
d) Submissão política das cortes no Rio em relação à Lisboa.
07) O GOVERNO REGENCIAL DE D. PEDRO I (1821/22)
- Radicalização das cortes: percebem algo de errado com as intenções de D. João III, passam a defender então a:
a) Recolonização;
b) Retorno de Pedro de Alcântara;
c) O fechamento de tribunas;
d) Submissão política das cortes no Rio em relação à Lisboa.
07) O GOVERNO REGENCIAL DE D. PEDRO I (1821/22)
- Clube da resistência: formado principalmente pelo Partido Brasileiro; resistiam ao ideal de recolonização e queriam a independência e uma Monarquia Constitucional onde o povo não teria espaço.
- Dia do Fico (9/Jan/1822): D. Pedro I se aproxima do Partido Brasileiro.
- Cumpria-se: conjunto de leis em que toda ordem vinda de Portugal teria que passar pelas mãos de D. Pedro I, para que ele decidisse se seria cabível aceitá-la.
- O Grito do Ipiranga (7/Set/1822)
- Dia do Fico (9/Jan/1822): D. Pedro I se aproxima do Partido Brasileiro.
- Cumpria-se: conjunto de leis em que toda ordem vinda de Portugal teria que passar pelas mãos de D. Pedro I, para que ele decidisse se seria cabível aceitá-la.
- O Grito do Ipiranga (7/Set/1822)
-----------------//-----------------//-----------------//------------------
EXERCÍCIOS DE HISTÓRIA DO BRASIL
2) Explique como as medidas econômicas adotadas pelo Príncipe regente em solo brasileiro contribuíram para o fim do exclusivo metropolitano.
3) Que interesses a Inglaterra possuía quando auxiliou a fuga da Família Real Portuguesa?
4) O que foi o Tratado de 1810?
5) Que tipo de estrutura foi criada no Rio de Janeiro para atender às necessidades da corte?
6) Explique a política expansionista promovida por D. João VI.
7) O que foi a Revolução do Porto e como seus desdobramentos atingiram o Brasil?
8) Quais as exigências propostas pelas cortes portuguesas em relação a D. Pedro I?
9) (09/01/1822) Ficou conhecido como o Dia do Fico. Qual a importância histórica desse evento?
10) Caracterize o processo de emancipação política brasileiro
1) Por que a ilustração surgiu na França?
EXERCÍCIOS DE HISTÓRIA GERAL
2) Explique os fatores iluministas contrários aos do absolutismo.
3) De acordo com a música de Tia Lalá, explique o que pensava os membros da letra.
4) O que foi o Reformismo Ilustrado?
5) Quais fatores a Inglaterra reunia para ser a primeira no processo de industrialização?
6) Defina:
a) Ludismo
b) Cartismo
c) Meios de produção
d) Cercamento dos campos
e) Revolução Agrícola
f) Exército de Reserva
a) Ludismo
b) Cartismo
c) Meios de produção
d) Cercamento dos campos
e) Revolução Agrícola
f) Exército de Reserva
7) Caracterize as condições de vida de um proletário em fins do século XVIII.
8) Analise o processo de urbanização advindo da Revolução Industrial.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
LIVRO "A MORENINHA" DE JOAQUIM MANUEL DE MACEDO!!! LIVRO PARADIDÁTICO DE LITERATURA DO 4º BIMESTRE !!!!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
BIOLOGIA: RESPOSTAS DOS NÚMEROS 4, 5 E 6 DA REVISÃO DE BETINA QUE FALTAVAM SER CORRIGIDOS!!!!
4) Bactérias. Todos são procariontes.
5) Lisossomos. Autólise.
6) (X) Casas de força.
terça-feira, 5 de julho de 2011
ATENÇÃO À RECUPERAÇÃO PARALELA!!!! RECUPERE E AUMENTE AS SUAS MÉDIAS!!!! LEMBRANDO QUE A NOTA QUE VOCÊ TIRAR NA PROVA DE RECUP. ABONARÁ A MENOR MÉDIA.
SEGUNDA, 11/07: Literatura; Biologia; Sociologia.
TERÇA, 12/07: Redação; Português; Química.
QUARTA, 13/07: Inglês; Física.
QUINTA, 14/07: Geografia; História.
SEXTA, 15/07: Espanhol; Matemática; Filosofia.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
GABARITOS DO SIMULADÃO DO 2º BIMESTRE (P4)!!!!
GEOGRAFIA: d / e / d / d / b / a / d / a / b / d
LITERATURA: a / e / e / c / d / b / b / a / a / c
QUÍMICA: c / c / e / c / d / b / a / c / a / e
MATEMÁTICA: c / a / c / d / d / c / e / e / a / b
LÍNGUA PORTUGUESA: c / e / b / a / a / d / a / b / e / c
FÍSICA: b / a / c / d / d / a / c / b / b / a
BIOLOGIA: a / b / b / e / b / d / c / a / e / b
HISTÓRIA: a / c / b / a / d / c / a / d / e / a
domingo, 19 de junho de 2011
P4 DE LITERATURA: LIVRO PARADIDÁTICO: CRÔNICAS - VOLUME 4 (COLEÇÃO PARA GOSTAR DE LER)!!! BONS ESTUDOS!!!!
DAS 20 CRÔNICAS TOTAIS DO LIVRO, SOMENTE 8 CAIRÃO NA P4. ELAS ESTÃO DEVIDAMENTE MARCADAS ABAIXO.

OBS: A CRÔNICA ABAIXO: TELEFONE, CAIRÁ NA P4.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Assinar:
Comentários (Atom)
















































